sábado, 1 de dezembro de 2012

O lencinho da botica


Num destes dias no recreio estivemos a jogar ao lencinho da botica. 

Joga-se pelo menos com 6 jogadores. É necessário um pano ou lenço.
Como se joga:
Os jogadores sentam-se no chão e formam uma roda. Fora dela, outro jogador tem um lenço na mão e coloca-o atrás de um dos jogadores, sem que este se aperceba. Quando este se apercebe vai tentar apanhá-lo. Enquanto isso os outros cantam:
O Lencinho da botica,
Quem lá vai, lá fica
O Lencinho da botica,
Quem lá vai, lá fica
Se o jogador for apanhado, ou não descobrir o pano, é considerado galinha choca e vai para o meio da roda. A galinha choca é substituída quando outro jogador ficar na mesma situação. A galinha choca pode roubar o lenço depois de colocado atrás de um dos jogadores da roda.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O ar existe e ocupa espaço


Será que damos pela existência do ar, mesmo quando não está em movimento?


Fizemos uma experiência em estudo do meio muito interessante que talvez para algumas pessoas seja evidente, mas para nós foi surpreendente! E repetimos a experiência para termos a certeza do resultado.

Materiais que utilizámos:

   2 garrafas;
   plasticina;
   1 funil;
   1 palhinha;
   um recipiente com água.

Como fizemos:

1. Construímos duas rolhas de plasticina, uma vermelha e outra verde, para tapar as garrafas.
2. Atravessámos a rolha de plasticina vermelha com uma palhinha.
3. Com o funil tentámos encher com água as duas garrafas.











O que observámos:

  • A água entrou facilmente na garrafa da rolha vermelha que tinha a palhinha. O ar ao sair pela palhinha permitiu a entrada da água na garrafa.  A água ao entrar na garrafa foi ocupar o espaço do ar que existia na garrafa. 
  • Na garrafa da rolha verde sem palhinha a água não entrou. O ar que ocupava o espaço na garrafa não podia sair.

ConclusãoNão vemos o ar, mas sabemos que ele existe e que ocupa espaço.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Jogo do mata

Hoje no recreio jogámos ao jogo do mata. Foi muito giro e a turma tem jogadores muito bons. Um destes dias vamos voltar a jogar.






Regras do jogo

Número de jogadores: Mínimo 4.


Material: Bola ou algo mole que se possa lançar.

Descrição: Separa-se o grupo em duas equipas (A e B) com o mesmo número de jogadores e divididas num campo igual.

Cada equipa coloca-se no seu meio campo (marcado a mais escuro), excepto o «piolho» de cada uma que se coloca no «piolho», a «zona dos mortos» (na parte de trás da equipa adversária).

Os jogadores de uma equipa vão trocando a bola entre o «piolho» e o seu campo, tentando cada equipa atingir com a bola («matar») todos os jogadores adversários.

O jogo termina quando uma equipa conseguir «matar» todos os adversários.




Regras:
  1. A bola é jogada sempre com as mãos.

  2. O jogo tem início com uma equipa a trocar a bola com o «piolho», procurando ambas uma boa situação para «matar» (atingir diretamente com a bola, sem ser na cabeça) os adversários que se encontram à sua frente.

  3. Qualquer jogador pode matar, estando no campo principal ou no «piolho». Mas só se pode matar quando a bola for agarrada sem tocar antes no chão ou em qualquer obstáculo.

  4. Os jogadores que se encontram na zona principal do campo tentam desviar-se do remate adversário ou agarrar a bola que está a ser trocada pelos adversários sem a deixar cair no chão, senão «morrem».
Se se conseguir agarrar a bola pode-se de imediato tentar «matar» os jogadores da outra equipa.

  5. Um jogador, quando é morto, vai para o «piolho» e aí fica até ao final do jogo, se na jogada em que entra no «piolho» não conseguir «salvar-se», matando alguém. O primeiro jogador a ser morto substitui o que começou no «piolho» desde o início do jogo. Os «mortos» seguintes juntam-se todos no «piolho»
.
  6. O jogador «morto» fica com a posse da bola e reinicia o jogo no «piolho».

  7. Sempre que a bola sai dos limites do campo, pertence ao jogador que a conseguir apanhar, que reinicia o jogo da posição em que está no campo.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Caldo de pedra

Na segunda-feira fomos à biblioteca da nossa escola e estivemos à conversa com a professora Mónica sobre tradições e a importância de partilhar. Vimos um filme muito giro: Caldo de pedra, um conto tradicional português, recolhido por Teófilo Braga.


No final reflectimos sobre o filme e  falámos sobre as regras que devemos cumprir no refeitório da escola e a importância de comer bem, para crescermos de forma saudável.




quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O príncipe das orelhas de burro


Esta foi a última história que ouvimos na escola.
Conta a história que era uma vez um rei que vivia muito triste por não ter filhos e mandou chamar três fadas para que fizessem com que a rainha lhe desse um filho. Ao fim de nove meses, a rainha deu à luz um menino e as três fadas fadaram o menino. A primeira fada disse:
– Eu te fado para que sejas o príncipe mais formoso do mundo.
A segunda fada disse:
– Eu te fado para que sejas muito virtuoso e entendido. A terceira fada disse:
– Eu te fado para que te nasçam umas orelhas de burro.
Foram-se as três fadas e logo apareceram ao príncipe as orelhas de burro. O rei mandou fazer um barrete que o príncipe devia usar sempre para lhe tapar as orelhas. O príncipe cresceu, estava cada vez mais em formoso e ninguém na corte sabia que ele tinha orelhas de burro. Chegou a idade em que ele tinha de fazer a barba, e então o rei mandou chamar o seu barbeiro e disse-lhe:
– Farás a barba ao príncipe, mas se disseres a alguém que ele tem orelhas de burro, morrerás.
Andava o barbeiro com grandes desejos de contar o que vira, mas tinha receio de que o rei o mandasse matar. Um dia foi-se confessar e disse ao padre:
– Eu tenho um segredo que me mandaram guardar, mas se não o digo a alguém morro, e se o digo o rei manda-me matar. Diga, padre, o que eu hei-de fazer. Respondeu-lhe o padre que fosse a um vale, que fizesse uma cova na terra e que dissesse o segredo tantas vezes até ficar aliviado desse peso e que depois tapasse a cova com terra. O barbeiro assim fez e depois de ter tapado a cova, voltou para casa muito descansado.
Passado algum tempo, nasceu um canavial onde o barbeiro tinha feito a cova. Os pastores, quando ali passavam com os seus rebanhos, cortavam canas para fazer gaitas, mas quando tocavam nelas saíam umas vozes que diziam:
– O príncipe tem orelhas de burro!
Começou a espalhar-se esta notícia por toda a cidade e o rei mandou vir à sua presença um dos pastores para que tocasse na gaita e saíram sempre as mesmas vozes que diziam:
– O príncipe tem orelhas de burro.
O próprio rei também tocou e ouvia sempre as vozes. Então o rei mandou chamar as fadas e pediu-lhes que tirassem as orelhas de burro ao príncipe. Então elas mandaram reunir a corte toda e ordenaram ao príncipe que tirasse o barrete; mas qual não foi o contentamento do rei, da rainha e do príncipe ao ver que já não tinha orelhas de burro! Desde esse dia as gaitas que os pastores faziam das canas do tal canavial deixaram de dizer:
– O príncipe tem orelhas de burro.



terça-feira, 6 de novembro de 2012

Mensagem para a Beatriz V.

Querida  Bea, sabemos que estás doentinha. Todos os colegas e a professora te mandam beijinhos. Esperamos ver-te para a semana que vem. Fica boa depressa, pois já temos saudades tuas. Beijinhos, beijinhos, Beijinhos....